15 de Dezembro de 2025

Entrega das assinaturas para a legalização da candidatura presidencial no Tribunal Constitucional

Após longos meses de recolha, de conversas com milhares de pessoas, conseguimos entregar as assinaturas necessárias para a legalização de uma candidatura presidencial fora do sistema partidário. Tão fora do sistema que tem sido silenciada (não é a única) pelos principais media como se constata nos debates.

Este foi um grandioso trabalho de equipa onde muitos voluntários dedicaram muitas horas para conseguimos JUNTOS este feito que nos deve orgulhar. Mais uma vez, MUITO OBRIGADO A TODOS

11 de Dezembro de 2025 à tarde

Manifestação no dia da Greve Geral que terminou à frente do parlamento

Juntamente com muitos milhares de outros trabalhadores, do setor público e privado, vim para a rua exigir que esta reforma laboral não passe do papel. Não queremos que na nossa sociedade se legalize trabalhar até 50 horas por semana, por imposição da entidade patronal e sem receber como horas extraordinárias; não queremos que se legalize o despedimento sem justa causa que, mesmo provado em tribunal, não obrigue à integração do trabalhador injustamente despedido; não queremos que haja ainda mais restrições ao direito à greve e à liberdade sindical no local de trabalho, etc.

É HORA DE ABRIR A PESTANA!

A reforma laboral que era necessária não era neste sentido de favorecer ainda mais a entidade patronal. A reforma laboral necessária devia por exemplo diminuir a precariedade (Portugal já é um dos países com mais precariedade na Europa), corrigir as assimetrias salariais crescentes entre homens e mulheres ou diminuir o horário de trabalho face ao aumento da tecnologia/IA que permitem cada vez maior produção com menores custos. Queremos ter tempo para viver, para estar com os nossos filhos/pais/avós e amigos, ter tempo para o lazer, para a cultura, o desporto e não esta reforma laboral que pretende agravar/desregular ainda mais os horários de trabalho (por exemplo trabalhar 50 horas numa semana).

Como Presidente da República estarei na primeira linha contra esta reforma laboral que prejudica todos os que trabalham e as suas famílias.

11 de Dezembro de 2025 às 12h

3.ª Edição do Dia da Democracia este ano dedicado às eleições Presidenciais com centenas de estudantes do Secundário do Município de Oeiras

Com a presença de vários candidatos presidenciais, centenas de estudantes do Secundário, puderam conhecer melhor as ideias e propostas de cada um e colocar questões diretamente aos candidatos presidenciais. Foi muito bom poder ter a oportunidade de esclarecer questões e receber o apoio de muitos destes jovens no final da sessão na banca da minha candidatura.

A minha intervenção começa às 3h12m12s.

11 de Dezembro de 2025 às 8h

Greve geral e protesto de Profissionais da Educação à frente da Secundária de Caneças (Odivelas)

Após fazer greve geral na escola onde dou aulas, estive desde as 8h ao lado de Assistentes Operacionais, Assistentes Técnicos, Docentes e Técnicos Superiores e Especializados à frente da Escola Secundária de Caneças. Todos esses Profissionais da Educação são fundamentais para o trabalho diário das escolas e merecem ter melhores condições de trabalho e a valorização dos seus salários/carreiras. Estivemos mais uma vez unidos, a reivindicar melhores condições de trabalho para todos os que trabalham (e estudam) nas escolas além de repudiarmos veemente a reforma laboral que, se for aprovada, representará um enorme retrocesso para todos os que trabalham e as suas famílias.

17 de Novembro de 2025

Denúncia à frente da TVI no primeiro debate entre candidatos presidenciais

Após várias queixas às entidades competentes, fomos denunciar o incumprimento da “Lei Eleitoral do Presidente da República, artigo 46.º – Igualdade de oportunidade das candidaturas

Todas as candidaturas têm direito a igual tratamento por parte das entidades públicas e privadas, a fim de efectuarem, livremente e nas melhores condições, a sua campanha eleitoral.”

Nos 28 debates televisivos previstos para as próximas semanas na TVI, RTP e SIC apenas foram convidados os candidatos do sistema, o que manifestamente viola a lei eleitoral.

É HORA DE ABRIR A PESTANA!

A população tem o direito a conhecer todos os candidatos e as suas ideias e não meramente o “menu” de candidatos apresentados pelo sistema. NEM MENOS, NEM MAIS, DIREITOS IGUAIS!

8 de Novembro de 2025

Na manifestação nacional contra a reforma laboral em Lisboa (organizada pela CGTP)

O governo pretende fazer alterações profundas (sem precedentes) nas leis do trabalho e que vão no sentido de diminuir ainda mais os direitos de quem trabalha e também a sua capacidade de organização nomeadamente:

1) pretende precarizar e facilitar ainda mais os despedimentos (individuais e coletivos). Mesmo que se prove a sua injustiça, no final a entidade patronal é que decide se o trabalhador que foi despedido injustamente é ou não admitido (isto irá potenciar ainda mais os abusos e a prepotência das chefias);

2) dificultar ainda mais a conciliação dos compromissos laborais com os familiares por exemplo com banco de horas onde o trabalhador, além de não receber como horas extraordinárias, não poderá na prática recusar a atribuição de trabalho extra do horário normal (o que dificultará ainda mais tempo para a família, descanso ou lazer);

3) dificultar a organização e resposta dos trabalhadores ao limitar o direito de reunião, liberdade sindical e diminuir (ainda mais) o direito de greve.

É HORA DE ABRIR A PESTANA!

O caminho não pode, nem deve ser esse. Além do direito à greve, a nossa Constituição também consagra o direito a conciliar o trabalho com a família (respetivamente no artigo 57.º e artigo 59.º). Precisamos desses direitos e de tempo para viver e não para trabalhar de forma cada vez mais intensa e desregulada.

Por isso, estive presente nesta manifestação em Lisboa contra estas alterações às leis laborais juntamente com muitos milhares de trabalhadores.

28 de Outubro de 2025

Na manifestação nacional contra as propinas em Lisboa (organizada pelo movimento estudantil)

Esta manifestação começou na Praça do Rossio e terminou à frente da Assembleia da República. Nem as adversas condições meteorológicas (no meio da manifestação até ao final fomos “brindados” por um dilúvio) impediram muitos estudantes que legitimamente lutam pelo direito a um ensino público, gratuito e de qualidade.

O atual governo considera um privilégio estudar no ensino superior e descongelou o valor das propinas mas, se não for travado, este será, desde logo, o primeiro passo para um aumento significativo das propinas. Tanto é assim que o governo defende que os estudantes devem pedir empréstimos para pagá-las. 

Além da minha luta contra as propinas como estudante nos anos 90’s, estive este ano em várias manifestações organizadas pelos estudantes universitários, p. ex. a 24 março (dia do estudante) e na manifestação em Coimbra a 24 setembro – sempre ao lado dos estudantes contra as propinas e em defesa de mais bolsas e mais residências, de modo a apoiar quem estuda no Ensino Superior.

Vivemos tempos complexos em que forças conservadoras e ultraliberais priorizam a lógica do mercado/lucro sobre os nossos direitos. Isso reflete-se no acesso a serviços públicos essenciais (ex: Educação e Saúde), na atual reforma das leis laborais (que pretende precarizar ainda mais as nossas vidas, sobretudo as dos mais jovens) e mesmo questionando a sustentabilidade do meio ambiente (ex: a nova lei dos solos). 

Defendo que os interesses das populações têm de ser prioritários relativamente ao lucro e, também por isso, sou candidato à Presidência da República para questionar esta lógica que prejudica sobretudo o presente/futuro dos nossos jovens e obriga muitos a emigrar.

É HORA DE ABRIR A PESTANA!

Também aqui é preciso um Presidente da República diferente, sem ambiguidades ou silêncios cúmplices perante o aprofundar das injustiças e do aumento das propinas que viola claramente um direito consagrado na nossa Constituição (artigo 74.º).

É preciso um Presidente da República que esteja ao lado das lutas justas em defesa do bem comum, seja na Educação, Saúde, Habitação, Cultura e Ambiente.

18 de Outubro de 2025

Na manifestação em defesa da Palestina e por um cessar fogo efetivo em Lisboa (organizada pela Amnistia Internacional, Médicos sem fronteiras e Greenpeace)

CONTINUA UM GENOCÍDIO EM GAZA

Por isso, milhares de pessoas estiveram em defesa dos mais de 2 milhões de palestinianos que continuam sem liberdade para receber os alimentos, medicamentos e energia que precisam urgentemente (Israel continua a restringir muita ajuda humanitária para Gaza).

Queremos um cessar fogo efetivo e que nomeadamente Portugal deixe de ser cúmplice com o genocídio que Israel continua a realizar em Gaza – o exemplo da passagem de caças F-35 (avião altamente letal) entregues a Israel que fizeram escala nos Açores é inaceitável.

MENOS SELFIES MAIS AÇÃO

Também aqui é preciso um Presidente da República diferente, sem ambiguidades ou silêncios cúmplices perante o maior número de assassinatos de jornalistas de sempre (por parte de Israel), o que revela a sua tentativa para esconder a verdade e um Presidente diferente, perante um genocídio (reconhecido pelas Nações Unidas). As crianças, o povo palestiniano têm direito a um cessar fogo efetivo, direito aos alimentos, medicamentos e energia que precisam para viver. PALESTINA LIVRE!

2 de Outubro de 2025

Na manifestação em defesa da Palestina e dos ativistas da flotilha humanitária presos arbitrariamente por Israel

No atual genocídio em gaza, além das dezenas de milhar de vítimas civis, Israel já assassinou o maior número de jornalistas de todos os conflitos mundiais. Isso revela que além dos brutais bombardeamentos, além do bloqueio que impede alimentos, medicamentos e energia de entrar em Gaza, Israel além de também impedir jornalistas de entrar, assassina deliberadamente os jornalistas que ainda se encontram em Gaza. Isto revela que Israel pretende esconder do mundo os inúmeros crimes que está a realizar em Gaza. Neste contexto, as centenas de ativistas de todo o mundo que dinamizaram a flotilha humanitária para Gaza, além de alimentos, estão a tentar que o Mundo não esqueça Gaza. A prisão arbitrária em águas internacionais de muitos ativistas da flotilha humanitária (incluindo 4 portugueses) deve merecer o nosso repúdio. Por isso, participei nesta justa manifestação na cidade do Porto juntamente com muitas pessoas.

24 de Setembro de 2025

Na manifestação estudantil contra as propinas em Coimbra.

Estudei na Universidade de Coimbra e na altura, como estudante, também lutei contra as propinas. 

O atual governo descongelou o valor das propinas mas, se não for travado, este será, desde logo, o primeiro passo para um aumento significativo das propinas. Tanto é assim que o governo defende que os estudantes devem pedir empréstimos para pagá-las. 

Além da minha luta contra as propinas como estudante nos anos 90’s, estive na Manifestação nacional de 24 março deste ano (Dia do Estudante), ao lado dos estudantes contra as propinas e em defesa de mais bolsas e mais residências, de modo a apoiar quem estuda no Ensino Superior.

Vivemos tempos complexos em que forças conservadoras e ultraliberais priorizam a lógica do mercado/lucro sobre os nossos direitos. Isso reflete-se no acesso a serviços públicos essenciais (ex: Educação e Saúde), nas relações laborais (cada vez mais precárias, sobretudo para os mais jovens) e mesmo questionando a sustentabilidade do meio ambiente (ex: a nova lei dos solos). 

Defendo que os interesses das populações têm de ser prioritários relativamente ao lucro e, também por isso, sou candidato à Presidência da República para questionar esta lógica que prejudica sobretudo o presente/futuro dos nossos jovens e obriga muitos a emigrar.

MENOS ARMAS, MAIS BOLSAS E RESIDÊNCIAS!

Em vez do Estado Português aumentar de forma megalómana a despesa em armas, defendo que se invista mais no Ensino Superior Público.

A 24 de setembro em Coimbra, estive, mais uma vez, ao lado dos estudantes, apoiando a legítima luta contra o aumento das propinas, porque a defesa do Ensino Público, gratuito e de qualidade, deve ser uma luta de toda a sociedade e não apenas dos estudantes.

20 de Setembro de 2025

Na manifestação em Lisboa contra as alterações às leis de trabalho (organizada pela CGTP).

O governo pretende fazer alterações profundas (sem precedentes) nas leis do trabalho e que vão no sentido de diminuir ainda mais os direitos de quem trabalha e também a sua capacidade de organização nomeadamente:

1) pretende precarizar e facilitar ainda mais os despedimentos (individuais e coletivos). Mesmo que se prove a sua injustiça, no final a entidade patronal é que decide se o trabalhador que foi despedido injustamente é ou não admitido (isto irá potenciar ainda mais os abusos e a prepotência das chefias);

2) dificultar ainda mais a conciliação dos compromissos laborais com os familiares por exemplo com banco de horas onde o trabalhador, além de não receber como horas extraordinárias, não poderá na prática recusar a atribuição de trabalho extra do horário normal (o que dificultará ainda mais tempo para a família, descanso ou lazer);

3) dificultar a organização e resposta dos trabalhadores ao limitar o direito de reunião, liberdade sindical e diminuir (ainda mais) o direito de greve.

O caminho não pode, nem deve ser esse. Além do direito à greve, a nossa Constituição também consagra o direito a conciliar o trabalho com a família (respetivamente no artigo 57.º e artigo 59.º). Precisamos desses direitos e de tempo para viver e não para trabalhar de forma cada vez mais intensa e desregulada.

Por isso estive dia 20 de setembro na manifestação em Lisboa organizada pela CGTP contra estas alterações às leis laborais.

MENOS SELFIES E MAIS AÇÃO

Faz falta um Presidente da República diferente que se insurja contra todas estas medidas e que defenda as justas reivindicações de todos os que trabalham e que querem tempo para viver com dignidade para si e para os seus.

Por toda a gravidade deste ataque do governo (apoiado pela extrema direita) é necessário por parte dos trabalhadores, da nossa parte, organizar de forma democrática uma forma de luta proporcional a este ataque. Neste caso terá que estar em cima da mesa propor a quem trabalha, uma greve geral para parar esta ofensiva sem precedentes.

13 de Setembro de 2025

Num protesto contra as alterações às leis de trabalho (organizado pelo “direitosepolitiquicese”).

O governo pretende fazer alterações profundas (sem precedentes) nas leis do trabalho e que vão no sentido de diminuir ainda mais os direitos de quem trabalha e também a sua capacidade de organização nomeadamente:

1) pretende precarizar e facilitar ainda mais os despedimentos (individuais e coletivos). Mesmo que se prove a sua injustiça, no final a entidade patronal é que decide se o trabalhador que foi despedido injustamente é ou não admitido (isto irá potenciar ainda mais os abusos e a prepotência das chefias);

2) dificultar ainda mais a conciliação dos compromissos laborais com os familiares por exemplo com banco de horas onde o trabalhador, além de não receber como horas extraordinárias, não poderá na prática recusar a atribuição de trabalho extra do horário normal (o que dificultará ainda mais tempo para a família, descanso ou lazer);

3) dificultar a organização e resposta dos trabalhadores ao limitar o direito de reunião, liberdade sindical e diminuir (ainda mais) o direito de greve.

O caminho não pode, nem deve ser esse. Além do direito à greve, a nossa Constituição também consagra o direito a conciliar o trabalho com a família (respetivamente no artigo 57.º e artigo 59.º). Precisamos desses direitos e de tempo para viver e não para trabalhar de forma cada vez mais intensa e desregulada.

Por isso estive no passado fim-de-semana num dos protestos contra estas alterações às leis laborais organizado pelo movimento “direitosepolitiquicese” e também estarei presente na manifestação de 20 de setembro organizado pela CGTP em Lisboa.

MENOS SELFIES E MAIS AÇÃO

Faz falta um Presidente da República diferente que se insurja contra todas estas medidas e que defenda as justas reivindicações de todos os que trabalham e que querem tempo para viver com dignidade para si e para os seus.

Por toda a gravidade deste ataque do governo (apoiado pela extrema direita) é necessário por parte dos trabalhadores, da nossa parte, organizar de forma democrática uma forma de luta proporcional a este ataque. Neste caso terá que estar em cima da mesa propor a quem trabalha, uma greve geral para parar esta ofensiva sem precedentes.

Até sábado em Lisboa às 15h no Marquês do Pombal!

22 de Agosto de 2025

“Menos selfies mais ação” relativamente à tragédia dos incêndios.

Todos os anos temos a tragédia dos incêndios colocando em risco os nossos bombeiros, populações e florestas.

Em termos de prevenção precisamos urgentemente de: 1) repor os extintos guardas florestais; 2) dar incentivos realistas para que os proprietários substituam espécies exóticas (p. ex. eucalipto) por espécies autóctones; 3) autoridades que garantam a limpeza das matas durante todo o ano, promovendo produção de energia elétrica mais sustentável através de centrais de biomassa. Esta medida reduziria a nossa dependência relativamente aos combustíveis fósseis dinamizando a economia nacional.

No combate aos incêndios, além dos bombeiros, devem intervir militares (ou serviços públicos) de forma a não alimentar o lucrativo negócio de empresas privadas de combate aos fogos que recebem dezenas de milhares de euros à hora. Isto perversamente compensa que estas empresas sejam as primeiras interessadas no “aparecimento” de incêndios e na manutenção das monoculturas de eucaliptos, o que também dá muitos milhões de euros de lucro às empresas de celulose.

Os últimos governos e o PR, como chefe supremo das Forças Armadas, perante a tragédia recorrente dos incêndios, já há muito deveriam ter garantido que os militares participassem permanentemente nesta guerra contra os incêndios, não só no combate direto mas também a vigiar/limpar as nossas florestas todo o ano. É preciso um PR com coragem para enfrentar os poderosos interesses do negócio do fogo (alguns com ligações diretas ao poder político e ao partido CHEGA).

Vídeo da iniciativa: https://www.instagram.com/reel/DNrJkC92L_4/?igsh=ZGtmNml6bWp4YTht https://vm.tiktok.com/ZGdakDcne

30 de Julho de 2025

Em mais uma iniciativa contra o genocídio em Gaza.

É vergonhosa a cumplicidade dos EUA e da União Europeia com este genocídio praticado por um dos exércitos mais poderosos do mundo (Israel) com mais de 60 000 palestinianos mortos (a grande maioria crianças e mulheres) e um número indefinido de feridos/mutilados e órfãos…

Mais de 2 milhões de SERES HUMANOS sem direito a alimentos, medicamentos ou possibilidade de fuga deste massacre… NÃO ESQUECEMOS!

NOTA: Para que não haja falsas polémicas, nas várias iniciativas em que participei contra o genocídio em Gaza (esta inclusive) nunca vi qualquer pessoa a defender os ideais do Hamas, ideologia e projecto de sociedade que repudio.


30 de Julho de 2025

Num protesto contra a destruição de casas, os despejos e as mentiras à frente do Conselho de Ministros (Vida Justa).

Pelo direito à habitação e contra a desumanidade de destruir a casa dos outros sem respeitar a lei de bases da habitação (não se pode destruir casas sem uma alternativa para os seus habitantes).

Os portugueses emigrantes também construíram barracas em vários paises para onde foram trabalhar. O problema a resolver são os baixos salários comparados com os preços da habitação e não destruir as suas casas precárias deixando ao relento trabalhadores e as suas famílias (incluindo crianças e idosos).

Com uma fração do dinheiro que se vai investir em armamento podia-se resolver o problema da habitação para TODOS que trabalham (ou trabalharam) em Portugal. Há que unir todos os que trabalham em Portugal para conseguirmos melhores condições de trabalho e habitações dignas para TODOS e não aceitarmos que nos tentem “Dividir para reinar”.


13 de Julho de 2025

Numa ação de alerta em defesa do Choupal e do Planeta.

No pulmão verde de Coimbra estivemos em defesa do Choupal e do Planeta afirmando nomeadamente que:

“Uma parte do nosso Choupal está em risco de ser destruída por causa da Linha de Comboio de Alta Velocidade (LCAV). No entanto, é possível trazer a LCAV até perto do centro de Coimbra sem este atentado ambiental, não implicando o desalojamento forçado de pelo menos 70 famílias, sem construções megalómanas no leito de cheia do Mondego (3 torres de 14 andares) e com uma poupança de 1 000 milhões de euros.

PORQUE É QUE SE INSISTE NESTA OPÇÃO TÃO LESIVA?

Infelizmente, este é apenas mais um exemplo (entre muitos, nomeadamente a recente alteração à lei dos solos) do que acontece em Portugal e no Mundo, privilegiando o mega lucro de poucos, pondo em causa o bem comum.

A nível global, o combate às alterações climáticas não tem tido a prioridade merecida e necessária. O crescimento da extrema-direita (liderada por Donald Trump) e o aumento exorbitante em armamento, revelam que, se nada fizermos, o futuro será sombrio para nós e os nossos filhos/netos.

É HORA DE ABRIR A PESTANA: um dos teus a Presidente!

A história demonstra que quando há mobilizações sociais significativas é possível vencer em defesa dos interesses da maioria.

André Pestana é candidato à Presidência da República e tem estado ao lado das lutas justas, ao lado da defesa do ambiente, do aumento dos salários/reformas, de serviços públicos de qualidade, pela paz… Isso sim, deve ser prioritário, não o que o governo se comprometeu em gastar, todos os anos, na defesa/armamento: 15 mil milhões de euros (15 000 000 000 euros!)”

CONFIRMADO: atingimos hoje 2/3 das assinaturas necessárias para a legalização da candidatura à Presidência da República. Isto graças a todas as pessoas que estão a ajudar nesta difícil tarefa do nascimento de uma candidatura alternativa ao que temos tido. Mais uma vez, MUITO OBRIGADO por todas as 5 000 assinaturas recolhidas.

ATENÇÃO para concluir a legalização desta candidatura presidencial alternativa, ainda precisamos de milhares de assinaturas. PARA ASSINAR online e ajudar nesta legalização basta carregar no seguinte link: https://www.portaldacandidatura.mai.gov.pt/candidatura/1966


28 de Junho de 2025

Na manifestação pelo direito à habitação no Largo do Camões em Lisboa.

O contexto que explica o aumento dos custos da habitação (e de vida), onde se inclui o arrendamento de casas/quartos, bem como os empréstimos bancários, é a crise do sistema em que vivemos, no marco de uma crise global do capitalismo. As guerras no mundo e o foco no turismo em Portugal pioraram a situação, levando a que milhões de pessoas não consigam pagar uma habitação digna, ou tenham muita dificuldade para tal.

Mas não tem de ser assim…

Em Portugal, temos 730 000 casas vazias/abandonadas e preparamo-nos para passar de um gasto anual em defesa de cerca de 4 400 milhões de euros para quase 15 000 milhões de euros (5% do PIB), todos os anos…

Com uma fração deste dinheiro, poderíamos ter um plano de obras públicas de construção/recuperação de casas e habitação social, com rendas acessíveis para todos e, desde logo, seria possível aumentar salários e tabelar as rendas/empréstimos bancários a um máximo de 30% de taxa de esforço, face aos respetivos rendimentos.

A candidatura de André Pestana à Presidência da República, que as TV´s silenciam por ser independente de todos os governos que já nos governaram, bem como das máquinas partidárias que os sustentaram, defende que a prioridade não é aumentar os gastos em armamento, advogando que não temos (nem devemos) fazer/potenciar guerra a outros povos, mas sim guerra à falta de habitação, aos baixos salários, à degradação dos serviços públicos, à precariedade e à destruição ambiental. Por outro lado, demarca-se totalmente da extrema-direita racista, xenófoba e sexista, que ataca cobardemente os mais vulneráveis, desconsidera o meio ambiente e é apoiada e protegida por grandes grupos económicos.

Vídeo do André Pestana nesse dia no Largo do Camões, disponível nas redes sociais.


27 de Junho de 2025

Às 6h30 da manhã, quando os trabalhadores dos Serviços Municipalizados de Transportes Urbanos de Coimbra (SMTUC) se concentravam para ir à manifestação em Lisboa, enchendo vários autocarros, fui expressar solidariedade à sua legítima luta/greve.

Estes trabalhadores, mais uma vez, estão de parabéns por terem dinamizado uma forte greve (desta vez de 6 dias) em defesa de melhores condições de trabalho e de melhor serviço de transporte para as populações.

Em particular no atual contexto, em que forças conservadoras se preparam para atacar ainda mais o direito à greve e os serviços públicos (e as condições de quem lá trabalha), cada vez mais será fundamental que todos os trabalhadores pelo menos dos serviços públicos (como a Saúde, Educação, Transportes, etc) se unam para defender a qualidade dos serviços públicos que prestamos às populações e o direito a termos condições dignas no nosso trabalho.

Como se tinha visto em 2008, quando os governantes rapidamente arranjaram milhares de milhões de euros para salvar os buracos dos bancos, em 2025 constatamos que o governo português se prepara para triplicar os gastos anuais em defesa (de 4 400 milhões para cerca de 15 000 milhões de euros) para salvar os super lucros da poderosa indústria do armamento (sobretudo dos EUA). Para quem tinha dúvidas, a mensagem que Mark Rutte, secretário geral da NATO, enviou para o Presidente dos EUA Donald Trump, a afirmar que finalmente “A Europa vai pagar à GRANDE e será uma vitória tua” é totalmente esclarecedora…

É HORA DE ABRIR A PESTANA

Ou os trabalhadores e as populações de Portugal (e da Europa) se começam a unir/mobilizar de forma democrática ou:

– os nossos salários e as reformas dos nossos idosos perderão ainda mais poder de compra (um novo e muito mais prolongado tipo de austeridade);

– o direito à Saúde, Educação, Justiça, Transportes de qualidade bem como direitos civis serão cada vez mais uma miragem;

– o meio ambiente, o direito à cultura, ao desporto e ao nosso tempo para viver serão ainda mais atacados…

No fundo, se nada fizermos para os contrariar, que mundo deixaremos aos nossos filhos/netos?

Mas não tem de ser assim… Podem contar comigo para reforçar a defesa do bem comum: UM DOS TEUS PRESIDENTE!


18 de Junho de 2025

Numa concentração em Coimbra em defesa dos Jacarandás.

Recentemente em Lisboa, com uma petição e a mobilização de populares na rua, conseguiu-se salvar muitos Jacarandás da Avenida 5 de Outubro. Também aqui é possível impedir o abate de árvores na rua Lourenço Almeida de Azevedo, contígua ao Jardim da Sereia em Coimbra. Estive nesta concentração porque não devemos aceitar que as cidades se tornem espaços cada vez com menos árvores (e por isso muito mais quentes no verão), mais cinzentas/monótonas e ainda por cima sem qualquer discussão/auscultação das populações. Aproveito para convidar todos a assinar a seguinte petição: https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT126016


15 de Junho de 2025

No protesto contra os ataques fascistas.

“NÃO QUEREMOS VIVER NUM PAÍS DO MEDO!”

Além de outros ataques, no 30.º aniversário do assassinato fascista de Alcino Monteiro, os neofascistas agrediram cobardemente não apenas o ator Adérito Lopes em Lisboa mas também duas voluntárias que ajudavam sem-abrigo no Porto. Houve protestos em várias cidades do país como Lisboa, Porto, Beja, Funchal, Angra do Heroísmo, etc. Participei no protesto na Praça 8 de maio em Coimbra.


30 de Maio de 2025

Numa concentração em Coimbra contra o genocídio em Gaza.

Na minha intervenção basicamente referi:

  1. Que não pode haver dúvidas que o que acontece hoje em Gaza é um genocídio. As milhares de crianças mortas não apenas pelos bombardeamentos, não apenas pela fome/sede (consequência do bloqueio israelita) mas também assassinadas com tiros diretamente na cabeça por snipers do exército israelita (relatos de médicos internacionais), infelizmente não nos podem deixar dúvidas;
  2. A oposição a este genocídio não tem nada de antissemita. Existem milhares de judeus (dentro e fora de Israel) que se opõem a este genocídio e também contra o Estado de apartheid de Israel. Não podemos, nem devemos, confundir o povo judeu com o Estado de Israel;
  3. Vários países europeus, além de não pressionarem ativamente Israel a parar com este genocídio e pressionarem para que Israel deixe entrar a ajuda humanitária (comida, água, medicamentos, energia, etc), continuam a vender armas a Israel (por exemplo a Alemanha). A hipocrisia é tanta que na Eurovisão, a Rússia foi excluída (e bem) pela guerra que está a fazer à Ucrânia mas Israel (além de não pertencer à Europa) mesmo responsável por muitos mais civis mortos em Gaza pôde participar como se nada fosse. Que os países europeus rompam o bloqueio Israelita e mandem alimentos/medicamentos para Gaza e não mais armas para Israel. NÃO EM NOSSO NOME! Resumo da intervenção: https://www.facebook.com/reel/540264699164496

30 de Maio de 2025

Na concentração de trabalhadores dos SMTUC em Coimbra.

Apesar do calor, muitos trabalhadores do SMTUC (Serviços Municipalizados de Transportes Urbanos de Coimbra) reuniram-se em mais um dia de greve com elevada adesão.

Apesar da permanente propaganda do sistema (através dos principais media) contra as greves, é fundamental que as populações entendam que estes trabalhadores estão em luta não só por melhores condições de trabalho para si mas também por melhores serviços de transportes para os utentes.

Como no caso dos restantes serviços públicos (saúde, educação, justiça, cultura, etc) só poderemos ter melhores serviços, se os seus profissionais tiveram condições de trabalho dignas.

Apesar dos transtornos que uma greve com grande adesão provoca (esta semana estive mais de 40 minutos à espera de um autocarro e tive de arranjar alternativa porque não passou um único autocarro),  hoje fui demonstrar a minha solidariedade a estes trabalhadores e, mais uma vez, agradeço a sua determinação na defesa deste importante serviço público.

É HORA DE ABRIR A PESTANA

Num contexto político em que, provavelmente, os serviços públicos serão atacados de forma ainda mais profunda, não nos podemos deixar enganar e perceber que é fundamental a solidariedade e a unidade dos trabalhadores e dos utentes dos serviços públicos.


25 de Abril 2025

Na manifestação em Lisboa do 25 de abril.

Após 51 anos do 25 de abril, vivemos tempos preocupantes em Portugal e no mundo. O crescimento da extrema direita, das guerras e cada vez maiores desafios ecológicos globais.

Como no passado, a força organizada dos trabalhadores será essencial para derrotar os novos fascismos, para parar as guerra e/ou a insaciável e insana busca de lucro da indústria do armamento (que questionará ainda mais os serviços públicos) e também será essencial para mudar o paradigma social no sentido da sustentabilidade ecológica e da maior qualidade de vida de quem trabalha.

Mas não basta a força organizada dos trabalhadores, é fundamental que essa força dos trabalhadores seja efetivamente democrática. Por exemplo, há dois anos os Profissionais da Educação em Portugal demonstraram que, de facto, para conseguir vitórias não bastava a força organizada dos trabalhadores das escolas (sindicatos tradicionais) mas o que faltava era sobretudo que essa força organizada tivesse democracia e combatividade.

Só com essa democracia e combatividade inédita nas escolas em Portugal (com centenas de comissões de greve), impulsionada por um sindicato realmente diferente, os Profissionais da Educação conseguiram algumas vitórias importantes que pareciam impossíveis contra um governo de maioria absoluta e após muitas derrotas/desilusões com o sindicalismo tradicional. Apesar de existirem ainda muito mais direitos por lutar/conquistar nas escolas, a luta dos Profissionais da Educação foi e é um exemplo que inspirou outros trabalhadores em Portugal e na Europa a lutarem pelos seus direitos. É esse o caminho para conquistarmos melhores condições para quem trabalha.

Que não haja dúvidas, as maiores vítimas da exploração/opressão, das guerras, dos fascismos e da insustentabilidade ambiental são os trabalhadores e os seus filhos (e não os filhos das chefias militares e dos mais ricos). Se os mais poderosos estão bem organizados a nível nacional e mundial para decidirem as nossas vidas, faz falta também que os trabalhadores de todo o mundo se organizem pelo seu futuro individual e coletivo neste Planeta. Só assim poderemos ter um novo e ainda mais profundo Abril.


24 de Março 2025

Na manifestação em Lisboa do dia do Estudante.

André Pestana, desde jovem, luta contra injustiças e, como universitário, destacou-se na luta contra as propinas. No dia do estudante, tem todo o sentido assinalar as insatisfações dos estudantes em Portugal. Desde os estudantes da Faculdade de Direito de Lisboa que fecharam recentemente a sua Faculdade, passando pela insatisfação de estudantes de todo o país face à defesa do aumento das propinas pelo Ministro da Educação ou a insatisfação perante a falta de vagas em mestrados de ensino (ainda por cima com tanta falta de professores no país), a falta de bolsas/residências e de perspetivas de trabalho digno em Portugal. Estudos indicam que 70% dos estudantes do Ensino Superior está a pensar em emigrar para conseguir um trabalho digno. André Pestana conhece bem essa realidade, porque foi precário durante 22 anos e não aceita esse destino para a nossa juventude. Há que valorizar e dignificar todos os que trabalham no nosso país. Isso é crucial para atrair os nossos jovens a não emigrar e a regressar, algo essencial para a nossa sustentabilidade geracional.

Esta é a única candidatura presidencial contra as propinas e a favor de mais bolsas e mais residências. É fundamental recusar os discursos de intolerância e a barbárie ecológica, protagonizada por Trump e a extrema direita, que são negacionistas relativamente às alterações climáticas e que colocam em risco a sustentabilidade do nosso planeta. André Pestana, nos últimos anos, tem sido o rosto de várias lutas inéditas pela sua dimensão e democracia na área da Educação.


8 de Março 2025

Na manifestação em Lisboa do dia Internacional da Mulher.

PARAR O MACHISMO QUE AUMENTA EM PORTUGAL E NO MUNDO

Os crimes associados ao machismo agravam-se. Em Portugal continuamos a ter violência doméstica que mata todas as semanas.  E também, um estudo em 2024, revelou que em Portugal o fosso salarial entre homens e mulheres aumentou pela primeira vez em dez anos. Comparando com os homens, é como se as mulheres tivessem trabalhado 48 dias de borla. No resto do mundo, com o crescimento da extrema direita, desde a Hungria à Argentina, tem havido ataques não só contra as mulheres mas também, por exemplo nos EUA, contra medidas de apoio à igualdade racial e de combate à discriminação contra pessoas LGBTQ+.

É urgente mais justiça laboral, mais apoio a quem é vítima de violência doméstica (sobretudo mulheres e crianças) e a criação de uma rede nacional de cantinas, creches e serviços de limpeza públicos e gratuitos. André Pestana, nos últimos anos, tem sido o rosto de várias lutas importantes na área da Educação, nomeadamente a maior luta na Educação em Portugal (2022/2023). Essa luta sem precedentes foi uma grande aula de cidadania a todo o país, porque, de forma inédita, as principais formas de luta foram decididas democraticamente e os Profissionais da Educação (a larga maioria mulheres) se mobilizaram coletivamente contra injustiças. É esse também o caminho para parar o machismo! A proposta política desta candidatura contribui para essa alternativa de luta democrática. Junta-te a nós!


1 de Fevereiro 2025

André Pestana foi conhecer no terreno a realidade dos agricultores na zona da Póvoa de Varzim. Ouviu pessoalmente as dificuldades e os desafios que o sector agrícola enfrenta nos dias de hoje. 

O facto da idade média do agricultor em Portugal ser de 62 anos (mais 5 anos que a média europeia) deve preocupar-nos a todos porque revela que está em causa a sustentabilidade deste sector e por consequência também a nossa soberania alimentar. André Pestana conheceu casos de sucesso em termos ecológicos, onde explorações agrícolas modernas conseguem usar controlos biológico de pragas, aumentar a eficiência no uso de água, evitar o uso de pesticidas e contribuir para a redução da nossa pegada ecológica.

O nosso país, com governos subservientes a Bruxelas, seguiu a política definida pela UE para transformar Portugal num destino turístico, num país de mão de obra barata para call centers e montagem de produtos, o que levou centenas de milhares de jovens a terem que emigrar para terem um salário digno. A sustentabilidade económica de um país requer não esquecer o sector primário (agricultura e pescas), muito importante em termos de soberania e em termos ecológicos.


11 Janeiro 2025

Portugal é o país europeu com mais população emigrante e, em contraste, é dos países europeus com menor percentagem de imigrantes.

Dos vários milhões de portugueses emigrados pelo mundo, muitos também têm sofrido com o crescimento da xenofobia ou da extrema direita, como evidenciou um estudo do Instituto Luxemburguês de Pesquisas e Inquéritos Estatísticos (Ilres), denominado “Observatório das Discriminações 2024”. Este estudo revelou que, por exemplo no Luxemburgo, a maioria dos portugueses diz-se discriminado devido à nacionalidade.

Se é verdade que, em Portugal ou no estrangeiro, ninguém (nacional ou estrangeiro) pode estar acima da lei, também é verdade que, de acordo com a nossa Constituição e a Carta dos Direitos Humanos, ninguém deve ser discriminado devido à sua nacionalidade ou cor de pele. Defendemos que todas as pessoas (independentemente da sua origem ou cor da pele) devem ser tratados com dignidade, independentemente se são os nossos emigrantes quando vivem fora de Portugal, ou se são os imigrantes que cá vivem.

As políticas atuais estão a promover uma deriva anti-democrática e lesiva dos direitos constitucionais ao ceder às posições securitárias e xenófobas de uma extrema-direita que se vai reforçando com as sucessivas crises provocadas pelos baixos salários e pensões, pelo grande aumento do custo de vida nos últimos anos,  e pelo deficiente  investimento nos serviços públicos, desde o SNS à Educação, passando pelo direito à Habitação.

O grave episódio de instrumentalização governamental das forças policiais para publicitar uma suposta ação de “combate à criminalidade” e ligá-la a comunidades imigrantes (nomeadamente indo paquistanesas e nepalesas) é um intolerável abuso dos mais elementares direitos democráticos. As chocantes imagens que todos vimos, do que se passou na Rua do Benformoso em Lisboa, de humilhação de cidadãos,  trabalhadores imigrantes que devem ser respeitados e não hostilizados, mas que foram tratados como se fossem “criminosos em flagrante delito”, são consequência de políticas autoritárias assentes na xenofobia e no racismo que não podem ser permitidas e têm de ser combatidas por todos os que defendem a democracia. Não podemos aceitar racismo e xenofobia seja em Portugal, seja no estrangeiro também contra os portugueses.

Uma candidatura à eleição presidencial não pode ficar alheada deste grave acontecimento que também questiona os princípios da Constituição Portuguesa, e por isso se associou à Manifestação convocada sob o lema “Não nos encostem à parede” que se realizou dia 11 janeiro de 2025.

O candidato presidencial André Pestana esteve presente nesta manifestação de repúdio a qualquer deriva autoritária e xenófoba, seja ela promovida pelo governo ou pela extrema-direita (dentro e fora de Portugal).


10 de Janeiro de 2025

O primeiro evento/jantar da candidatura presidencial de André Pestana aconteceu em Coimbra e reuniu 50 pessoas.

Este evento foi a 10 de janeiro de 2025, precisamente:


I) no dia em que foi confirmado que 2024 foi, não só o ano mais quente de que há registo, como também o primeiro em que a temperatura média registada no planeta Terra ultrapassou a perigosa referência de 1,5ºC, relativamente à época pré-industrial. Sendo André Pestana biólogo, doutorado na área das alterações climáticas, a sua candidatura será claramente em defesa de um planeta sustentável e contra os aumentos megalómanos nos Orçamentos de Estado para a indústria do armamento que, para alimentar o negócio da guerra, irão sugar ainda mais os serviços públicos. A guerra que temos de fazer não é contra outros povos mas contra os baixos salários/pensões, a precariedade, a degradação dos serviços públicos (Saúde, Educação, Transportes), contra a corrupção, a ganância e contra a destruição ambiental.


II) na semana em que o Ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, reconheceu que defende um aumento das propinas para os estudantes do Ensino Superior Público em Portugal. André Pestana, antigo estudante da Universidade de Coimbra, lutou contra as propinas na década de 90. A sua candidatura estará claramente em defesa do aumento de residências universitárias e de bolsas, e contra o aumento das propinas.

NOTA: Ao contrário de outras candidaturas, com o apoio de partidos, empresas ou outro tipo de organização, as pessoas neste evento pagaram a sua refeição.